O ímpio com a boca destrói o próximo, mas os justos são libertados pelo conhecimento. Provérbios 11:9








Data Publicação: 14/12/2017 19:47:03
Um marco na história de Israel e dos Judeus

Um anúncio que quebrou paradigmas ocorreu no dia 06/12/2017 e tornou-se um dos maiores eventos proféticos da história atual.

Para os muçulmanos, foi um duro golpe, que mostrou que o D'us de Israel é superior ao deus da Meca e para as demais nações da terra, foi um sinal do que virá pela frente, em cumprimento da literalidade das profecias Bíblicas.

 

Trump reconhece Jerusalém como capital e fala em “acordo de paz para os dois lados”

https://noticias.gospelprime.com.br/trump-reconhece-jerusalem-como-capital-e-fala-em-acordo-de-paz-para-os-dois-lados/

 

A teologia islâmica ensina que o verdadeiro deus é alah, assim como seu centro religioso é a Meca.

Pregam que a religião verdadeira é o islamismo; sendo assim, os profetas judeus, o Messias Jesus, os apóstolos judeus, Israel e Jerusalém são islâmicos; logo, a história de Israel, dos Judeus e do cristianismo seriam uma mentira!

 

Abordo este tema no artigo abaixo:

http://www.ministeriodavar.com/islamicos-pregam-que-jesus-e-muculmano.aspx

 

Por isso o interesse islâmico e Palestino de obter Jerusalém e Israel, que de acordo com o alcorão, é preciso exterminar os judeus  para implantar o reino islâmico, já os cristãos devem ser converter ao islamismo ou morrer também como os judeus, afinal são todos infiéis.

Para o mundo cristão, que apoia a ideia que a Igreja substituiu Israel depois da "rejeição" do Messias pelos judeus, também sofreu um duro golpe.

Se Adonai tivesse abandonado Israel, não teria como ocorrer o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, afinal sob a ótica cristã da substituição, o reino descrito pelos profetas Amós, Sofonias, Ageu, Jeremias, Isaías, Daniel, Ezequiel e descrito pelos apóstolos seria no céu, o templo judaico seria apenas uma mera alegoria e Jerusalém apenas celestial.

Mas pelo contrário, todo o Antigo Testamento (Tanakh), Adonai nos mostra a visão de um reino terrestre (Reino Milenar) e Jerusalém como centro de adoração de toda a terra, tanto para Judeus Messiânicos quanto para gentios crentes no Senhor Jesus.

O arrebatamento, nada mais é que um evento que aponta para o cumprimento literal e terreno do reino milenar,  e sobre este evento terrestre cumpre-se grande parte das profecias bíblicas.

O conceito do arrebatamento, é baseado no contexto que há diferença entre as profecias de Israel, Igreja e gentios. Fato este que podemos corroborar em I coríntios 10:32 que diz:

 

Português (NVI):

Não se tornem motivo de tropeço, nem para judeus, nem para gregos, nem para a igreja de Deus.

 

Grego:

 

O versículo acima no grego aponta para três classes: 

 

Se a Igreja que é predominantemente gentílica fosse Israel, o apóstolo Paulo não dividiria em três classes o versículo conforme mencionado acima, sendo assim deveria ser apenas Israel e Gentios.

O reino milenar e terrestre, terá seu centro religioso em Jerusalém, lugar onde será o trono davídico do Senhor Jesus e é justamente onde os muçulmanos querem domínio, simplesmente para refazer a história judaica.

Só haveria uma forma de descredenciar o acontecimento do dia 06/12/2017, por parte da teologia cristã substitutiva - crer que Adonai perdeu o controle sobre os eventos da nação de Israel, o que seria impossível!

Ao longo das décadas, a nação israelita vem crescendo espantosamente e este cenário foi antecipado pelo profeta Ezequiel mostrando a restauração da nação e do povo judeu. Os ossos descritos pelo profeta judeu refere-se a Israel, as sepulturas falam da ruína política e sobre o Espírito Santo (Ruach Hakodesh) que fará a regeneração dos judeus através o Messias, Jesus.

Obviamente o clímax da regeneração judaica ocorrerá nos 7 anos, ou seja, durante a septuagésima semana do profeta Daniel.

Em outras palavras, a crescente conversão de judeus ao Messias de Israel, faz ocorrer gradativamente o retorno de Judeus para Israel, caminhando para restauração da nação judaica, sendo assim, mais conversão de Judeus, mais próximos estamos da vinda do Messias Yeshua (Jesus).

Este plano é seguido por quase todos os profetas do Antigo Testamento e na Torah: Deuteronômio 28:64-68, Deuteronômio 30:1-10, Deuteronômio 4:27-31; nos profetas: Jeremias capítulo 3, Sofonias capítulo 3, Joel capítulo 3, Ageu capítulo 2 e outros.

 

Abordo o tema no artigo abaixo:

http://www.ministeriodavar.com/o-retorno-dos-judeus-para-israel.aspx

 

Importante salientar que nunca ocorreu tanta conversão de Judeus ao Messias de Israel como estamos vendo atualmente, principalmente nos EUA e logo teremos grandes conversões no Brasil.

 

Abordo este tema no artigo abaixo:

http://www.ministeriodavar.com/o-milagre-de-jesus-entre-os-judeus.aspx

 

Um pouco antes da vinda visivel do Messias Yeshua (Jesus) sobre Jerusalém, Israel será reavivada politicamente e espiritualmente.

Não por acaso, Adonai levantará 144.000 judeus (Apocalipse 7) e duas testemunhas (Apocalipse 11) já nos primeiros 1260 dias, antes da quebra do acordo político de paz entre Israel x Palestina. 

Esses judeus atuarão como evangelistas, seguindo o modelo bíblico descrito por Paulo, primeiro aos judeus e depois aos gentios (Romanos 2:9-11), pregando o reino milenar.

O grave problema da Igreja pós-reforma foi receber a influência católica sobre as profecias e escatologia, que descaradamente anulou Israel e os judeus das profecias, colocando a Igreja católica como a instituição escolhida por deus, como uma instituição divina que substituiu a nação judaica por causa da "rejeição" (crucificação).

Modelo que a maioria das denominações evangélicas também adotaram, anulando Israel e os Judeus das profecias, submetendo os judeus ao contexto de Igreja apenas.

 

Mais detalhes sobre isto, podemos ver no artigo do Pastor Batista Alexandre Dutra:

https://artigos.gospelprime.com.br/como-os-evangelicos-veem-os-judeus/

 

Se apoiarmos esta ideia de substituição, teríamos alguns problemas:

 

1) Se os judeus não entregassem Jesus para os romanos crucificarem, como nós gentios seríamos salvos? 

2) Quem definiu que Jesus deveria se tornar o cordeiro pascal-judaico, foi o próprio D'us. Como os judeus poderiam ser punidos, por algo que D'us definiu sem o consentimento deles?

 

Sendo assim, era necessário o sacrifício pascal e teria que ser feito pelos judeus, para que a salvação alcançasse primeiro os judeus e depois todas as nações da terra, seguindo o mesmo modelo bíblico ordenado por Jesus, quando ordenou a pregação do evangelho, primeiro aos judeus e depois os gentios, conforme Atos 1:8.

Então diante dos acontecimentos atuais, é visível o cumprimento através da literalidade das escrituras e profecias, que envolvem os Judeus.

Irei resumir os acontecimentos passado e futuro da seguinte forma:

 

1) Dispersão dos Judeus para as nações

2) Reajuntamento dos Judeus em Israel

3) Arrependimento dos Judeus e da nação de Israel

4) Castigo sobre as nações gentílicas e judeus incrédulos

5) Armagedom 

6) Extermínio dos ímpios Judeus e Gentios

7) Reino Davídico do Messias, Jesus, em Jerusalém

8) Restauração de Israel

9) Estabelecimento do Reino Milenar, Israel e as nações gentílicas

10) Construção do 4º Templo em Jerusalém, centro de adoração ao Messias

 

Abaixo estudo detalhado sobre a Aliança entre Deus, Israel e os Judeus - Parte 5:


 

Silas Anastácio
Evangelista e Expositor Bíblico